20/09/2011

Auditorias Operacionais

 
Capa do Sumário-Executivo da Auditoria Operacional em Saúde
Capa do Sumário-Executivo da Auditoria Operacional em Saúde

O Grupo Temático de Auditoria Operacional do PROMOEX, sob a coordenação do Instituto Rui Barbosa, em parceria com os TCs e o TCU, vem desenvolvendo ações na área de auditoria operacional, contribuindo com o fortalecimento do sistema dos Tribunais de Contas nessa área e atingindo a meta estabelecida no convênio firmado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Nos últimos anos as auditorias operacionais realizadas nas áreas de Educação (2008), Saúde (2009) e Saneamento (2010) contaram com a participação de aproximadamente 90% dos Tribunais de Contas Brasileiros.

Em pesquisa realizada junto aos 33 Tribunais de Contas brasileiros, em setembro/2005, pertinente às práticas adotadas sobre o tema de Auditoria Operacional, evidenciou que 19 Tribunais, o equivalente a 58% do total, nunca tinham realizado esta modalidade de auditoria.

Hoje, se tal pesquisa fosse repetida obteríamos como resposta 29 TCs, representando 88% do total, realizando auditorias operacionais e com isso superando a meta nacional do Programa de que 75% dos TCs tenham implantadas auditorias operacionais até o final da 1ª Fase (30/06/2012).

O que é auditoria operacional?
(Fonte: TCE/MS)

Para o TCU, a auditoria operacional é definida em: “o processo de coleta e de análise sistemáticas de informações sobre características, processos e resultados de um programa, atividade ou organização, com base em critérios fundamentados, com o objetivo de aferir o desempenho da gestão governamental, com a finalidade de subsidiar os mecanismos de responsabilização por desempenho e contribuir para aperfeiçoar a gestão pública”.

Onde realizamos a AOP?
Em programas, atividades ou organizações.

Com que meio?
Coleta e análise sistemática de informações.

Qual o objetivo?
Aferir o desempenho da gestão governamental.

Qual a sua finalidade?
Subsidiar os mecanismos de responsabilização por desempenho e contribuir para aperfeiçoar a gestão pública.

Como?
Informações tempestivas e independentes sobre a atuação das atividades governamentais que subsidiarão as decisões do Legislativo.

A auditoria operacional poderá, dessa maneira, contribuir para a melhoria na prática gerencial, aperfeiçoando a administração pública, a partir de conhecimento e exame da atuação estatal para formular recomendações.

A necessidade de diretrizes especiais para auditoria operacionais a Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI) publicou em julho de 2004, as DIRETRIZES PARA APLICAÇÃO DE NORMAS DE AUDITORIA OPERACIONAL, traduzida para o português pelo TCE/BA em julho de 2005, definiu que:

Pode-se concluir que as auditorias operacionais diferem das auditorias tradicionais, pela flexibilidade na escolha de temas, métodos de trabalho, avaliação de programas e forma de comunicar as conclusões, enquanto auditoria tradicional somente verifica informações.

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